Este espaço virtual existe desde 1994, ao longo dos anos muitas alterações foram realizadas e enfim em 2010 a pedidos, tive que reiniciá-lo para atender a todos os públicos. O objetivo é divulgar o que considero importante para a 'Educação para a Vida e para a Morte'. Espero poder corresponder às expectativas.

Participe, divulgue-o, publique, comente, critique, provoque, colabore, discuta e contribua você também por um mundo saudável e melhor...Obrigada, fico feliz por sua presença!

sábado, 23 de abril de 2011

Encanta-me o senso de humor de Deus!

Saci? mas para que pernas se tem asa???

Curioooosos!

Casal unido! Parabéns ao Amor!

Beijinho!

Danadinho!

Asas de morcegos!

Protejido? Mas será????

 Que  asas gostosas e linda! 
Multicor!

É muita boca, ops! bico!

Dividindo? Ou Esperando um momento certo?

Ainda dizem que gato não gosta de cão...ou seria cão que não gosta de gato???

Meu sonho! Ter isto no quintal de minha casa...ai!

Vai ficar gordinho!


Fofura!

Pode isso?!

Gato e Rato?.... e pode?

Maciooo?

Qualquer filho é lindo, sempre lindo!


E favorita...
É o sorriso de Deus!


Por Francival e Orsano

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Que é Antropologia?

Antropologia (cuja origem etimológica deriva do grego άνθρωπος anthropos, (homem / pessoa) e λόγος (logos - razão / pensamento) é a ciência preocupada com o fator humano e suas relações. A divisão clássica da Antropologia distingue a Antropologia Social da Antropologia Física. Cada uma destas, em sua construção abrigou diversas correntes de pensamento.
Pode-se afirmar que há poucas décadas a antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Se por um lado essa concepção vinha satisfazer o significado literal da palavra, por outro restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que trata das mensurações do homem fóssil e do homem vivo.

Formação de uma literatura “etnográfica” sobre a diversidade cultural
Período: Séculos XVI-XIX
Características: Relatos de viagens (Cartas, Diários, Relatórios etc.) feitos por missionários, viajantes, comerciantes, exploradores, militares, administradores coloniais etc.

Temas e Conceitos: Descrições das terras (Fauna, Flora, Topografia) e dos povos “descobertos” (Hábitos e Crenças).Primeiros relatos sobre a AlteridadeAlguns Representantes e obras de referênciaPero Vaz Caminha (“Carta do Descobrimento do Brasil” - séc. XVI). Hans Staden (“Duas Viagens ao Brasil” - séc. XVI). Jean de Léry (“Viagem a Terra do Brasil” - séc. XVI). Jean Baptiste Debret (“Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil” - séc. XIX).

Escola/Paradigma: Evolucionismo Social
Período: Século XIX
Características: Sistematização do conhecimento acumulado sobre os “povos primitivos”.
Predomínio do trabalho de gabinete

Temas e Conceitos: Unidade psíquica do homem.Evolução das sociedades das mais “primitivas” para as mais “civilizadas”.Busca das origens (Perspectiva diacrônica)Estudos de Parentesco /Religião /Organização Social.Substituição conceito de raça pelo de cultura.

Alguns Representantes e obras de referência: Maine (“Ancient Law” - 1861). Herbert Spencer (“Princípios de Biologia” - 1864). E. Tylor (“A Cultura Primitiva” - 1871). L. Morgan (“A Sociedade Antiga” - 1877). James Frazer (“O Ramo de Ouro” - 1890).

Escola/Paradigma: Escola Sociológica Francesa
Período: Século XIX
Características: Definição dos fenômenos sociais como objetos de investigação socio-antropológica. Definição das regras do método sociológico.

Temas e Conceitos: Representações coletivas.Solidariedade orgânica e mecânica. Formas primitivas de classificação (totemismo) e teoria do conhecimento. Busca pelo Fato Social Total (biológico + psicológico + sociológico). A troca e a reciprocidade como fundamento da vida social (dar, receber, retribuir).

Alguns Representantes e obras de referência: Émile Durkheim:“Regras do método sociológico”- 1895; “Algumas formas primitivas de classificação” - c/ Marcel Mauss - 1901; “As formas elementares da vida religiosa” - 1912. Marcel Mauss:“Esboço de uma teoria geral da magia” - c/ Henri Hubert - 1902-1903; “Ensaio sobre a dádiva” - 1923-1924; “Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa, a noção de eu”- 1938).

Escola/Paradigma: Funcionalismo
Período: Século XX - anos 20
Características: Modelo de etnografia clássica (Monografia).
Ênfase no trabalho de campo (Observação participante). Sistematização do conhecimento acumulado sobre uma cultura.

Temas e Conceitos: Cultura como totalidade.Interesse pelas Instituições e suas Funções para a manutenção da totalidade cultural.Ênfase na Sincronia x Diacronia.

Alguns Representantes e obras de referência: Bronislaw Malinowski (“Argonautas do Pacífico Ocidental” -1922). Radcliffe Brown (“Estrutura e função na sociedade primitiva” - 1952-; e “Sistemas Políticos Africanos de Parentesco e Casamento”, org. c/ Daryll Forde - 1950). Evans-Pritchard (“Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande” - 1937; “Os Nuer” - 1940). Raymond Firth (“Nós, os Tikopia” - 1936; “Elementos de organização social - 1951). Max Glukman (“Ordem e rebelião na África tribal”- 1963). Victor Turner (“Ruptura e continuidade em uma sociedade africana”-1957; “O processo ritual”- 1969). Edmund Leach - (“Sistemas políticos da Alta Birmânia” - 1954).

Escola/Paradigma: Culturalismo Norte-Americano
Período: Séc. XX - anos 30
Características: Método comparativo. Busca de leis no desenvolvimento das culturas. Relação entre cultura e personalidade.

Temas e Conceitos: Ênfase na construção e identificação de padrões culturais (“Patterns of culture”) ou estilos de cultura (“ethos”).

Alguns Representantes e obras de referência: Franz Boas (“Os objetivos da etnologia” - 1888; “Raça, Língua e Cultura” - 1940). Margaret Mead (“Sexo e temperamento em três sociedades primitivas” - 1935). Ruth Benedict (“Padrões de cultura” - 1934; “O Crisântemo e a espada” - 1946).

Escola/Paradigma: Estruturalismo
Período: Século XX - anos 40
Características: Busca das regras estruturantes das culturas presentes na mente humana. Teoria do parentesco/Lógica do mito/Classificação primitiva. Distinção Natureza x Cultura.

Temas e Conceitos: Princípios de organização da mente humana: pares de oposição e códigos binários.Reciprocidade

Alguns Representantes e obras de referência: Claude Lévi-Strauss:“As estruturas elementares do parentesco” - 1949. “Tristes Trópicos”- 1955. “Pensamento selvagem” - 1962. “Antropologia estrutural” - 1958 “Antropologia estrutural dois” - 1973 “O cru e o cozido” - 1964 “O homem nu” - 1971

Escola/Paradigma: Antropologia Interpretativa
Período: Século XX - anos 60
Características: Cultura como hierarquia de significados Busca da “descrição densa”. Interpretação x Leis. Inspiração Hermenêutica.

Temas e Conceitos: Interpretação antropológica: Leitura da leitura que os “nativos” fazem de sua própria cultura.Alguns Representantes e obras de referência: Clifford Geertz: “A interpretação das culturas” - 1973. “Saber local” - 1983.

Escola/Paradigma: Antropologia Pós-Moderna ou Crítica
Período e obra: Século XX - nos 80
Características: Preocupação com os recursos retóricos presentes no modelo textual das etnografias clássicas e contemporâneas. Politização da relação observador-observado na pesquisa antropológica. Critica dos paradigmas teóricos e da “autoridade etnográfica” do antropólogo.

Temas e Conceitos: Cultura como processo polissêmico. Etnografia como representação polifônica da polissemia cultural. Antropologia como experimentação/arte da crítica cultural.

Alguns Representantes e obras de referência: James Clifford e Georges Marcus (“Writing culture - The poetics and politics of ethnography” - 1986). George Marcus e Michel Fischer (“Anthropoly as cultural critique” - 1986). Richard Price (“First time” - 1983). Michel Taussig (“Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem”- 1987). James Clifford (“The predicament of culture” - 1988).

Disponivel em: http://nant-iscsp.blogspot.com/2005_05_01_archive.html
e
Disponivel em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Deficiências (Reflexões)

Mário Quintana

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino. 'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético'
é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
'Miseráveis' são todos que não conseguem falar com Deus.

'A amizade é um amor que nunca morre.'

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Para uma Visão Panorâmica da área de Espiritualidade e Saúde

Revista de Psiquiatria Clínica
versão impressa ISSN 0101-6083
 
Sumário
Rev. psiquiatr. clín. v.34  supl.1 São Paulo  2007
 
 
 
 Editorial
  
 ·  Espiritualidade e saúde: passado e futuro de uma relação controversa e desafiadora
Moreira-Almeida, Alexander

  
 Prefácio
  
 ·  Religião, espiritualidade e psiquiatria: uma nova era na atenção à saúde mental
Koenig, Harold G.

  
 Artigos Originais
  
 ·  Investigando o desconhecido: filosofia da ciência e investigação de fenômenos "anômalos" na psiquiatria
Chibeni, Silvio Seno; Moreira-Almeida, Alexander

  
 ·  Os primeiros curadores da humanidade: abordagens psicológicas e psiquiátricas sobre os xamãs e o xamanismo
Krippner, Stanley

  
 ·  Estudos sobre religião e saúde mental realizados no Brasil: histórico e perspectivas atuais
Dalgalarrondo, Paulo

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  O olhar dos psiquiatras brasileiros sobre os fenômenos de transe e possessão
Almeida, Angélica A. Silva de; Oda, Ana Maria G. R.; Dalgalarrondo, Paulo

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  Perspectivas históricas da influência da mediunidade na construção de idéias psicológicas e psiquiátricas
Alvarado, Carlos S.; Machado, Fátima Regina; Zangari, Wellington; Zingrone, Nancy L.

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  Uso de práticas espirituais em instituição para portadores de deficiência mental
Leão, Frederico Camelo; Lotufo Neto, Francisco

  
 ·  Programa de treinamento sobre a intervenção terapêutica "relaxamento, imagens mentais e espiritualidade" (RIME) para re-significar a dor espiritual de pacientes terminais
Elias, Ana Catarina Araújo; Giglio, Joel Sales; Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos; El-Dash, Linda Gentry

  
 Revisões da Literatura
  
 ·  A religiosidade, a espiritualidade e o consumo de drogas
Sanchez, Zila van der Meer; Nappo, Solange Aparecida

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  A importância da integração da espiritualidade e da religiosidade no manejo da dor e dos cuidados paliativos
Peres, Mario F. P.; Arantes, Ana Claudia de Lima Quintana; Lessa, Patrícia Silva; Caous, Cristofer André

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  O impacto da espiritualidade na saúde física
Guimarães, Hélio Penna; Avezum, Álvaro

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  Religião, espiritualidade e transtornos psicóticos
Koenig, Harold G.

  
 ·  Qualidade de vida e espiritualidade
Panzini, Raquel Gehrke; Rocha, Neusa Sicca da; Bandeira, Denise Ruschel; Fleck, Marcelo Pio de Almeida

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  Experiências de quase-morte: implicações clínicas
Greyson, Bruce

  
 ·  Coping (enfrentamento) religioso/espiritual
Panzini, Raquel Gehrke; Bandeira, Denise Ruschel

        · resumo em Português | Inglês     · texto em Português     · pdf em Português
  
 ·  Espiritualidade, religiosidade e psicoterapia
Peres, Julio Fernando Prieto; Simão, Manoel José Pereira; Nasello, Antonia Gladys

 
 Ponto de Vista
  
 ·  Explicando o significado do WHOQOL-SRPB
Fleck, Marcelo P.; Skevington, Suzanne

  
 ·  Metade de uma carreira com a paranormalidade
Stevenson, Ian

 
 
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E disponível no site do HOJE:  http://www.hoje.org.br/site/bves.php 

domingo, 17 de abril de 2011

Bibligrafia - Morte 1

Estas referências foram uma das primeiras a ser usada em um trabalho monografico do estudo sobre Representação Social da Morte

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ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Solidão: A Ausência do Outro. 3ª ed. São Paulo: Pioneira, 1999.

ANJOS, Augusto Dos. Vozes Da Morte Disponível em < http://www.adanjos.hpg.ig.com.br/index.htm%20cade.com.br >Acesso em Janeiro de 2003.

ARRAES-AMORIM, A. K. M. Luto, Tabu e Ambivalência Afetiva: A Experiência de Sofrimento no Psiquismo e na Cultura: In: VI CONGRESSO BRASIELRIO DE PSICOPATOLOGIA FUNDAMENTAL, 2002. Recife. Resumos Brasília: UNB, 2002, p.35.

ARIÈS, P. O Homem Diante a Morte. 23ª ed. Tradução de Ana Rabaça. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990. V. II.

_______. A História da Morte no Ocidente – Da Idade Média aos Nossos Dias. 2ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990. V. I.

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BARRETO, Maria L. Admirável Mundo Velho: Velhice, Fantasia e Realidade Social. São Paulo: Ática, 1992.

BEAUVOIR, Simone de. A Velhice. Tradução de Heloysa de lima Dantas. São Paulo: Martins Fontes, 1981.

____________________. Todos os Homens são Mortais. Tradução de Sérgio Millict. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.

BECKER, E. A Negação da Morte. Rio de Janeiro: Record, 1973.

BOCK, Ana M. B. et al. Psicologias, Uma Introdução ao Estudo de Psicologia, 13° ed. São Paulo: Saraiva, 1999.

BOEMER, Magali R. A Morte e o Morrer. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 1989.

BOWLBY, Jonh. Apego: A Natureza do Vínculo. São Paulo: Martins Fontes, 2002. V. O1.

____________. Separação – Angustia e Raiva. São Paulo: Martins Fontes, 1998. V. 02

____________. Apego e Perda. São Paulo: Martins Fontes, 1998. V. 03.

BOSS, Merdad. Angústia, Culpa e Libertação: Ensaios de psicanálise existencial. Traduzido por Bárbara Spannoudis. 3ª ed. São Paulo: Duas Cidades, 1981.
BRAGHIROLLI, Elaine M. et al. Psicologia Geral. 17° ed. Petrópolis: Vozes, 1999.

BROMBERGERG, M. H. P. F. et. al. Vida e Morte: Laços da Existência. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996.

_______________________ A Psicoterapia em Situações de Perdas e Luto. São Paulo: Editorial Psy II, 1994.

BUARQUE, Chico Construção. Disponível < http://www.igs.net./~icruz/chico1.html > Acesso em 30 de Maio de 2003.


CAMPOS, Terezinha Cail P. Psicologia Hospitalar: Atuação do Psicólogo em Hospitais. São Paulo: EPU, 1995.

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CLARET, Martin. O Pensamento Vivo de Buda: “O que somos é a conseqüência do que pensamos” São Paulo: Ediouro, 1985.

CLARET, Martin. Freud, Por ele mesmo. São Paulo: Martins Claret, 1999.

CLONINGER, Susana G. Teorias da Personalidade. Tradução de Claudia Berliner. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

D’ASSUMPÇÃO, Evaldo. A Tanatologia: Ciência da Vida e da Morte. V01. Belo Horizonte: Fumarc, 2002.

 __________________. Bioética e a Cidadania. Belo Horizonte: Fumarc, 2002.

 __________________. A. morte: e depois? Belo Horizonte: Fumarc, 2002.

 __________________. A. Grupo de Suporte ao Luto – GSUL. São Paulo: Paulinas, 2002.

 __________________. A. Dizendo Adeus (Como viver o luto, para superá-lo). Belo Horizonte: PUC Minas, 2001.

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DANIELLY, P. de Oliveira et al. Morte e Representação: Um Ensaio Sobre o Lugar Arqueológico da Psicologia. In Revista de Psicologia V. 17 (1/2) V.18 (1/2). Universidade Federal do Ceara. Fortaleza, 2000.

DONEUX, Guilherme. Terapia: Terceira Idade Merece Atenção. Viver Psicologia. São Paulo: Segmento. V. X nº 104, p. 32 – 33, Setembro, 2001.

DORON, Rolond (org.), PAROT, Françoise. Dicionário de Psicologia.Tradução de Odilon Soares Leme. São Paulo: Ática, 2002.

DORSCH, Friedrich et al. Dicionário de Psicologia. Tradução de Emmanuel Carneiro Leão e Equipe. Petrópolis: Vozes, 2001.

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HENNEZEL, Marie de, LELOUP, Jean-Yves. A Arte de Morrer. Petrópolis: Vozes, 2002.


KAPLAN, Harold I. et. al. Manual de Psiquiatria Clinica. Tradução de Dayse Batista. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

_________________ Compêndio de Psiquiatria: Ciências do Comportamento na Clinica. Tradução de Dayse Batista. 7ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

__________ Compêndio de Psiquiatria Dinâmica. Tradução de Helena Mascarenhas de Sousa e outros. 3ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1984.

KASTENBAUM, R., AISENBERG R. Psicologia da Morte. Tradução de Adelaide Petteers Lessa. São Paulo: Pioneira, 1983.

_______________________________ Psicologia da Morte. Tradução de Adelaide Petteers Lessa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992.

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_____________ O Medo da Morte, uma abordagem multidimensional. Boletim de Psicologia. São Paulo: 37/ (08): 58 – 62 jul/dez, 1987.

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ZIEGLER, J. Os Vivos e a Morte. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.

ZIEGLER, J. Os Vivos e a Morte: Uma Sociologia da Morte no Ocidente e na Diáspora Africana no Brasil, e seus Mecanismos Culturais. Tradução de Áurea Weissenberg. Rio de Janeiro: Zahar, 1977.

Boa Leitura...